Há uns dias pus-me a tomar duche fora de horas simplesmente porque me apeteceu.
Não tinha pensado em nada antes, muito menos em ti, tu, essa droga que me deixa noutro mundo.
Nesse duche, interminável, quente, sóbrio e que me arrepiava a alma, criou-se uma bolha de gel de banho como tantas outras que se formaram da imensa espuma que se tinha criado ali, naquele espaço de azulejos frios.
Mas essa bolha era diferente... Não rebentava.
Dei por mim a brincar com ela pelo meu corpo fora e por mais que eu a espalmasse, escondesse entre as mãos ou tentasse rebentar, ela não desaparecia!
Num pensamento vazio, pus-me a pensar na nossa relação, que era tal e qual como aquela bolha.
Por mais que tentassem rebentá-la, destruí-la, espalma-la, tirar-lhe "vida", ela não rebentava porque era forte, tinha tudo o que necessitava dentro dela [que não é só água e sabão], tinha vida.
Demorei quase 1 mês a escrever este texto que, para mim, é pequeníssimo em comparação aos que costumo escrever, mas demorei assim tanto porquê? Porque é que demorei tanto tempo a fazer uma coisa que é o meu segundo mundo? Porque é que demorei tanto tempo a exprimir tudo o que sinto para o "papel", que para mim sempre foi fácil? Aí está, porque perdi tudo, tudo (...)
Quem tudo quer, tudo perde; eu já perdi.
Fiquei a pensar nessa bolha a noite toda, que ao fim de um tempo rebentou com um jacto de água.
Peguei no telefone mil vezes e tentei marcar o teu número, mas foi inútil, tudo inútil.
Acabei por ligar [se é que liguei] a alguém que, sinceramente, não me recordo mas que também me ouvi por breves minutos.
Agora aqui estou eu, lavada em lágrimas, não por tua causa, mas por causa de um [estúpido] filme romântico que me fez lembrar de ti.
Ainda me pergunto porque é que agora me interesso mais por romances e em todos acabo lavada em lágrimas.
Agora relembro-me que tinha acabado de ver um romance antes de tomar esse duche, e embora estivesse com água a escorrer-me pela cara, sentia as lágrimas a partirem-se na minha boca, como se se tratasse de água, pura.
sábado, 30 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
12
demoramos dias, meses ou até mesmo anos a fazê-los crescer e a amá-los, a protegê-los e a dar-lhes atenção, mas quando chega a hora de dizermos adeus, custa sempre, ou até nos mata por dentro.
pensamos que não somos capazes, e não somos mesmo, porque vai haver sempre uma parte deles connosco e lá no fundo uma nossa com eles.
sabemos que os vamos amar para sempre, mas como um pássaro tem de deixar os passarinhos ir, nós temos de os deixar ir também...
pensamos que não somos capazes, e não somos mesmo, porque vai haver sempre uma parte deles connosco e lá no fundo uma nossa com eles.
sabemos que os vamos amar para sempre, mas como um pássaro tem de deixar os passarinhos ir, nós temos de os deixar ir também...
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
11
São três da manhã e eu estou na cama a escrever este pequeno desabafo e a olhar para o nada de vez em quando.
Há muito que me deixaram de responder às mensagens e nem vou tentar ligar para alguém.
Não durmo bem há dias e este, é só mais um.
A minha vida está finalmente a virar a página e estou um pouco ansiosa e nervosa (e com medo) porque não sei o que me espera no próximo capítulo. Mas é mesmo assim, nunca sabemos o que nos espera no minuto a seguir.
Espero que tudo de bom porque para coisas más e tristes, já me basta as que acontecem naturalmente.
Sinto que uma nova ocupação está prestes a vir e do qual eu me vou sentir bem ao fazê-la.
Quero, finalmente, aprender a tocar piano. Quero concentrar-me nos estudos e não faltar a uma única aula de dança.
Quero poder, finalmente, ir ter com o meu grande ídolo e sentir orgulho nele. Quero juntar dinheiro e pagar eu própria o bilhete para o concerto da minha vida.
Quero arranjar alguém semelhante a mim e que partilhe os mesmo gostos. Quero voltar a contactar velhos amigos.
Quero correr para os braços de alguém e dizer-lhe tudo o que ainda não lhe disse. Quero saber o que realmente sinto perante algumas pessoas.
Quero que me digam tudo o que nunca disseram. Quero que me dêem um abraço inesperado.
Quero que todos vivam debaixo do mesmo tecto. Quero voltar a ver caras esquecidas [Alex].
Quero voltar atrás no tempo. Quero viver numa casa na praia com quatro andares.
Quero ser a princesa de alguém. Quero amar e ser amada.
Quero ser livre, feliz. Quero tudo o que esta vida tem de bom e ser surpreendida por alguém todos os dias!
Quero viver!
Há muito que me deixaram de responder às mensagens e nem vou tentar ligar para alguém.
Não durmo bem há dias e este, é só mais um.
A minha vida está finalmente a virar a página e estou um pouco ansiosa e nervosa (e com medo) porque não sei o que me espera no próximo capítulo. Mas é mesmo assim, nunca sabemos o que nos espera no minuto a seguir.
Espero que tudo de bom porque para coisas más e tristes, já me basta as que acontecem naturalmente.
Sinto que uma nova ocupação está prestes a vir e do qual eu me vou sentir bem ao fazê-la.
Quero, finalmente, aprender a tocar piano. Quero concentrar-me nos estudos e não faltar a uma única aula de dança.
Quero poder, finalmente, ir ter com o meu grande ídolo e sentir orgulho nele. Quero juntar dinheiro e pagar eu própria o bilhete para o concerto da minha vida.
Quero arranjar alguém semelhante a mim e que partilhe os mesmo gostos. Quero voltar a contactar velhos amigos.
Quero correr para os braços de alguém e dizer-lhe tudo o que ainda não lhe disse. Quero saber o que realmente sinto perante algumas pessoas.
Quero que me digam tudo o que nunca disseram. Quero que me dêem um abraço inesperado.
Quero que todos vivam debaixo do mesmo tecto. Quero voltar a ver caras esquecidas [Alex].
Quero voltar atrás no tempo. Quero viver numa casa na praia com quatro andares.
Quero ser a princesa de alguém. Quero amar e ser amada.
Quero ser livre, feliz. Quero tudo o que esta vida tem de bom e ser surpreendida por alguém todos os dias!
Quero viver!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
10

Não vejo a hora de te voltar a ter, de sentir que és o meu verso perfeito, a minha alma gémea, o meu par.
Não vejo a hora te ver duas vezes por semana de calças-de-fato treino e aquelas t-shirts que só nós sabemos como são!
Não vejo a hora de fazer as coreografias mais parvas e mais bonitas contigo, não vejo a hora de me rir contigo outra vez, não vejo a hora de seres a parte que me falta naquele grupo.
Não vejo a hora de seres com quem entro em palco e de me olhares nos olhos e me acalmares para não estar nervosa.
Este ano correu bem mas faltou alguém no palco. Faltou alguém nos bastiadores. Faltou alguém durante todo o ano. Faltou alguém que me desse a mão. Faltou alguém que me dissesse "Boa Sorte, Estúpida!". Faltaste-me tu!
Não vejo a hora de te ir buscar a casa às Segundas e Quartas e por vezes às Sextas quando vamos fazer parvoíces para a aula de Fitness.
Não vejo a hora de lutar contigo Karaté e de fazer aquele passo marado que eles fazem que dava perfeitamente para uma das nossas coreografias!
Não vejo a hora de me acalmares quando, nas aulas, me sinto irritada. Não vejo a hora da Ana nos mandar calar às duas. Não vejo a hora de te ensinar a fazer a espargata e de te aquecer para tal.
Resumindo, não vejo a hora que chegue o próximo ano e o próximo espectáculo. Não vejo a hora de voltar a sentir-me feliz no meio que me faz feliz.
Não vejo a hora de ter de volta a Ana Morgado, o meu par eternamente e os nossos duetos nunca apresentados e as nossas músicas nunca ouvidas.
Não vejo a hora de ter tudo de volta!
Adoro-te e sabes bem o que é que significas! :) *
sábado, 10 de julho de 2010
9

"podes já nem sentir nada por mim, podes nem sequer te lembrar do meu nome muito menos de quem sou mas de uma coisa tens de saber. quando me contaste o que nos afastou "de vez" o que me salvou foi o açúcar que tinha no quarto se não podes ter a certeza que não estava aqui a escrever isto. já bati muitas vezes com a cabeça na parede mas também já soube que quando uma ferida não sara num mês, não sara nunca. podes nem sequer ler isto até ao fim e nem sequer vou pensar que isto que te estou a contar te importa e interessa porque lá no fundo sei que não interessa. afinal, já não sou nada para ti.
"Dizem que tenho tudo para ser feliz, mas não sou. Acordo já desesperada para que o dia acabe e se apodere de mim o sono, e me faça esquecer tudo!"
"Hoje em dia para mim ver-te é como assistir pela décima vez ao cinema paraíso. Continuo a adorar mas já conheço todas as cenas, já decorei todos os diálogos e não falho uma sequência. Tu no fundo és como se fosses família, já fazes parte da mobília. Prefiro não pensar se ... ainda te amo ou não, porque no fundo sei que sim, mas ando a convencer-me de que tenho o direito de me deixar ser amada por outro rapaz mas não quero porque tu és o único homem da minha vida."
vejo frases semelhantes a estas todos os dias e todas me fazem lembrar de ti.
estou normal. nem triste, nem feliz. normal.
o meu espectáculo foi ontem (penso que dá para ver pelas fotos). correu tudo bem, felizmente. tive uns problemas físicos no início mas nada de mais. mas senti falta de alguém na plateia e falta de alguém no final para me abraçar. penso que não é preciso dizer quem é essa pessoa.
já sofri tanto por ti que ainda não me mentalizei que este "descobrimento" não é só mais um ponto baixo na nossa relação mas sei que vai chegar o dia em que eu vou "acordar" e perceber que foi o final.
o que mais me irrita e me faz querer matar-te é que me enganaste durante um ano e três meses e nunca foste capaz de o admitir. tinha de ser logo este ano de porcaria, neste mês importante e nesta semana de nervos?! odeio-te por isso.
amar-te é terrível por vezes mas o que era a vida sem altos e baixos?
era só para te dizer que estou a tentar seguir com a minha vida, mentalizada que és o homem da minha vida e que nunca te vou esquecer.
o que sinto por ti parece que se está a desmoronar, não sei se é por causa da raiva que sinto por ti se estou mesmo a tentar esquecer-te sem dar conta disso... não me perguntes o que é esta sensação porque nem eu sei o que é!
espero que estejas feliz com a tua namorada, que o futebol se torne na tua principal ocupação e que continues um esperto na escola!
não vejas esta mensagem enviada para o FaceBook (sim, porque nunca mais apareceste no msn e suspeito que me tenhas bloqueado, não sei o porquê porque acho que não te mordo e nunca mais te chateio mas pronto. não te armes em parvo e me apagues daqui também :/) como uma despedida ou algo do genéro porque isto é mais um desabafo do que um adeus."
sexta-feira, 11 de junho de 2010
8
Agora vejo que sou uma fraca. Não consigo parar de escrever para os amores e paixonetas da minha vida.
Falemos agora do mais intenso, do mais forte, do mais poderoso, do mais amado, do grande amor e, como diria a Jéssica, o mais "potente"!
Numa coisa não me tornei fraca e essa coisa foi que nunca tive medo de dizer o teu nome para o Mundo, Bernardo. Nunca tive e nunca vou ter.
Ultimamente tenho reparado que tenho ido mais vezes abaixo do que quando estava contigo. Cada vez que gritam comigo, tenho tendência a chorar como se tivesse sido agredida violentamente por algum animal o que não aconteceu. Apenas gritaram comigo.
Antes davas-me tranquilidade com o teu olhar e as palavras doces.
Agora vejo que a tua perda foi muito trágica para a minha vida. Só agora é que olhei para todos os minutos sem ti e vi que o que fazia era errado e tu não estavas lá para me "abrir os olhos".
Poderei a partir de agora repetir frases ou palavras que já escrevi noutros textos mas naquela altura estava tão cega que não tinha percebido que essas palavras foram feitas para descrever o Bernardo e o amor que tenho por ele. Fui parva, eu sei.
As palavras que uso para ele são do mais puro e verdadeiro que existe. As que usava para o "outro" foram verdadeiras até que a bomba explodiu.
Continuando... Há pouco tempo disseste-me [Bernardo] o que esperava ouvir há muito tempo.
O teu orgulho e as tentativas para me esqueceres não te deram oportunidade de me dizer mais cedo. Essa é uma das poucas coisas que odeio em ti: o orgulho.
Num minuto tanto me dizes que não te saí da cabeça durante seis meses e que sou muito importante como noutro me dizes que AINDA tens namorada e estás muito feliz.
Como diria a Margarida Rebelo Pinto: "(...) até apareceres outra e outra vez, e para quê? Para me obrigares a pôr o meu coração ao espelho e depois desapareceres de novo? Para assegurares que o meu amor por ti se mantinha eterno, certo, intemporal, intocável?"
Parabéns, porque o que quero para ti é a maior das felicidades. Uma felicidade parecida àquela que me deste quando ainda éramos e poderíamos ainda ser: o casal perfeito.
Nunca fui de duvidar de ti porque sempre me transmitiste confiança mas não sentia convicção nas tuas palavras. Existe qualquer coisa que te atrapalha a vida e não te deixa vivê-la como deve de ser.
Não vou pensar que sou eu porque deixaste bem claro que esses seis meses tinham acabado mas que não deixaste de sentir muito por mim mas estás "feliz".
Nem me vou dar ao trabalho de pensar, outra vez, no que será. Tu lá saberás, certo? Mas se estiver errada, perdoa-me.
É certo que vivi muito tempo em que as minhas horas eram ocupadas a pensar nos nossos momentos e em tudo o que me dizias. Principalmente, em Inglês. Aquele teu Inglês especial de menino do colégio que ainda tem explicações fora da escola. Sempre adorei isso em ti.
Vivi muito tempo em que te via em todo o lado mas na verdade não estavas lá, em que me aparecias todas as noites em sonhos e não me deixavas ser feliz com outro rapaz.
Vivi muito tempo no passado.
A única pessoa que me mostrou o amor verdadeiro foste tu e mais ninguém talvez seja por isso que não consigo ser feliz sem ti.
Um ano não é um dia e isso é impossível esquecer.
Porque é que achas que o 2009 é o meu ano favorito?!
Não consigo esquecer a tua imagem alta encostado a um cartaz da "FNAC" com roupa amarela que contrastam lindamente com a tua pele morena. Eras como um Deus no meio de tanta multidão e eu uma sortuda por me teres escolhido.
Ainda hoje me odeio por ser tão pequena e mal te ter cumprimentado e por apressar as coisas à força toda porque nessa altura não fazia a mínima ideia que ias ser o homem da minha vida, o meu primeiro amor.
Dava tudo para que tudo tivesse sido diferente e se há lugar onde mais quero ir outra vez e mudar tudo (menos aquilo que nós sabemos) é esse dia contigo.
Fica muito por dizer mas como já disse noutro texto (até tenho vergonha de o ter escrito ali) "mas por isso é que existe canetas, papeis, mãos, computadores, tudo para que eu possa escrever o que se tem passado sem nunca exagerar nas linhas."
Portanto, um "até já" e... ainda te amo.
"If someone said three years from now, you'd be long gone
I'd stand up and punch them out, cause they're all wrong
I know better, cause you said forever
and ever, who knew."
Falemos agora do mais intenso, do mais forte, do mais poderoso, do mais amado, do grande amor e, como diria a Jéssica, o mais "potente"!
Numa coisa não me tornei fraca e essa coisa foi que nunca tive medo de dizer o teu nome para o Mundo, Bernardo. Nunca tive e nunca vou ter.
Ultimamente tenho reparado que tenho ido mais vezes abaixo do que quando estava contigo. Cada vez que gritam comigo, tenho tendência a chorar como se tivesse sido agredida violentamente por algum animal o que não aconteceu. Apenas gritaram comigo.
Antes davas-me tranquilidade com o teu olhar e as palavras doces.
Agora vejo que a tua perda foi muito trágica para a minha vida. Só agora é que olhei para todos os minutos sem ti e vi que o que fazia era errado e tu não estavas lá para me "abrir os olhos".
Poderei a partir de agora repetir frases ou palavras que já escrevi noutros textos mas naquela altura estava tão cega que não tinha percebido que essas palavras foram feitas para descrever o Bernardo e o amor que tenho por ele. Fui parva, eu sei.
As palavras que uso para ele são do mais puro e verdadeiro que existe. As que usava para o "outro" foram verdadeiras até que a bomba explodiu.
Continuando... Há pouco tempo disseste-me [Bernardo] o que esperava ouvir há muito tempo.
O teu orgulho e as tentativas para me esqueceres não te deram oportunidade de me dizer mais cedo. Essa é uma das poucas coisas que odeio em ti: o orgulho.
Num minuto tanto me dizes que não te saí da cabeça durante seis meses e que sou muito importante como noutro me dizes que AINDA tens namorada e estás muito feliz.
Como diria a Margarida Rebelo Pinto: "(...) até apareceres outra e outra vez, e para quê? Para me obrigares a pôr o meu coração ao espelho e depois desapareceres de novo? Para assegurares que o meu amor por ti se mantinha eterno, certo, intemporal, intocável?"
Parabéns, porque o que quero para ti é a maior das felicidades. Uma felicidade parecida àquela que me deste quando ainda éramos e poderíamos ainda ser: o casal perfeito.
Nunca fui de duvidar de ti porque sempre me transmitiste confiança mas não sentia convicção nas tuas palavras. Existe qualquer coisa que te atrapalha a vida e não te deixa vivê-la como deve de ser.
Não vou pensar que sou eu porque deixaste bem claro que esses seis meses tinham acabado mas que não deixaste de sentir muito por mim mas estás "feliz".
Nem me vou dar ao trabalho de pensar, outra vez, no que será. Tu lá saberás, certo? Mas se estiver errada, perdoa-me.
É certo que vivi muito tempo em que as minhas horas eram ocupadas a pensar nos nossos momentos e em tudo o que me dizias. Principalmente, em Inglês. Aquele teu Inglês especial de menino do colégio que ainda tem explicações fora da escola. Sempre adorei isso em ti.
Vivi muito tempo em que te via em todo o lado mas na verdade não estavas lá, em que me aparecias todas as noites em sonhos e não me deixavas ser feliz com outro rapaz.
Vivi muito tempo no passado.
A única pessoa que me mostrou o amor verdadeiro foste tu e mais ninguém talvez seja por isso que não consigo ser feliz sem ti.
Um ano não é um dia e isso é impossível esquecer.
Porque é que achas que o 2009 é o meu ano favorito?!
Não consigo esquecer a tua imagem alta encostado a um cartaz da "FNAC" com roupa amarela que contrastam lindamente com a tua pele morena. Eras como um Deus no meio de tanta multidão e eu uma sortuda por me teres escolhido.
Ainda hoje me odeio por ser tão pequena e mal te ter cumprimentado e por apressar as coisas à força toda porque nessa altura não fazia a mínima ideia que ias ser o homem da minha vida, o meu primeiro amor.
Dava tudo para que tudo tivesse sido diferente e se há lugar onde mais quero ir outra vez e mudar tudo (menos aquilo que nós sabemos) é esse dia contigo.
Fica muito por dizer mas como já disse noutro texto (até tenho vergonha de o ter escrito ali) "mas por isso é que existe canetas, papeis, mãos, computadores, tudo para que eu possa escrever o que se tem passado sem nunca exagerar nas linhas."
Portanto, um "até já" e... ainda te amo.
"If someone said three years from now, you'd be long gone
I'd stand up and punch them out, cause they're all wrong
I know better, cause you said forever
and ever, who knew."
sexta-feira, 28 de maio de 2010
7

Hoje à noite pus-me a ver as estrelas.
Bem, nunca as tinha observado tão bem desde a última vez que estive na Nazaré, no Verão.
Quando lá estou gosto de me deitar no chão ainda morno de uma tarde solarenga e observar uma a uma as estrelas brilhantes, lindas, grandiosas e com o seu charme natural. Como são lindas vistas num céu claro sem o barulho da cidade como fundo e a atrapalhar.
Por vezes, gostava de viver no campo para poder observar tudo o que a Natureza tem.
Sim, sou escuteira. Mas nem sempre tenho a oportunidade de estar em contacto com a Mãe-Natureza e estar com ela sozinha deve ser ainda mais enriquecedor.
Mas sei que se mudasse de vida ia ser chato e sei que iria sofrer e perder, não toda mas grande parte, de uma grande paixão minha.
Que saudades que tinha de abrir a gaveta onde guardo os meus pertences da dança. Embora, antes, abrisse todos os dias, nada se compara a abrir e USAR tudo o que ela contém.
Voltar a calçar as sapatilhas gastas nas pontas dos pés e usar as joelheiras que entretanto apanharam pó.
Não me sentia tão "perra" desde os 4 anos, quando tive um (pequeno) acidente que me fez abandonar a dança.
Vivi por longos anos assim: nunca tocava numa sapatilha, nunca tocava num fato, nunca via espectáculos mas acima de tudo, nunca tinha coragem para dar um passo de dança por muito insignificante que ele fosse.
Mas quando é uma coisa forte, ultrapassa-se tudo e eu ultrapassei.
Não vamos lembrar o meu passado porque o que importa é o presente e o futuro.
Voltei a ser o que era, voltei para tudo o que me fazia feliz. Sem amores, nem preocupações. Voltei a ser normal mas, o bom disto tudo, é poder sentir o vento a bater-me na cara enquanto estou a correr não sei bem para onde, talvez para o horizonte e explorar o que há para lá dele.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
6
Já passei por tanto que parece que vivi mil anos.
Nos últimos meses admito que fui muito injusta com as pessoas que me querem bem daí a magoá-las com actos ou palavras.
Esta é talvez a última vez que te escrevo porque nunca mais irei querer prenunciar o teu nome depois de tudo o que vivemos.
Confesso que foi tanto de bom como de mau.
Amei-te com todo o meu coração e alma e penso que os textos anteriores mostram isso claramente mas tudo tem o fim e o nosso acabou de chegar.
Encontrei finalmente a tão preciosa chave do meu mundo e para lá voltei, contigo gravado no álbum do meu passado.
Já perdi imenso tempo da minha vida a viver essencialmente dessas páginas desses álbuns e pus um ponto final nesse vício.
Quando voltei, vi o mal que causei a mim própria por me tornar tão obcecada por ti e o mal que causei às pessoas mais próximas.
O pior de tudo é que me levaste para fora do meu mundo perfeito e me levaste para o teu que por sua vez também era perfeito mas tornou-se imperfeito devido à tua estupidez.
Para mim, o essencial numa relação, é que os meus melhores amigos se dêem bem com o meu parceiro o que não aconteceu nesta relação.
Vivia constantemente com um peso sobre as costas ao saber que os dois rapazes da minha vida se odiavam completamente e não compreendiam o meu lado.
Da última vez que cometeste um erro, não consegui perdoá-lo porque para mim foi como uma traição. Maior que a primeira.
Passado é passado e o que ele tem de bom é que podemos recordá-lo sempre.
Voltando ao tema inicial, arrependo-me e não me arrependo de teres pegado na minha mão e levado para outro sítio desconhecido que, em menos de 2 ou 3 meses, o conhecia tão bem como a palma da minha mão.
Agora, só posso lamentar ter acabado e agradecer tudo o que contigo vivi. Mas chegou ao fim e quando chega, não há nada que o possa fazer “mudar de ideias”.
Sem ti no meu dia-a-dia sinto-me livre e consigo sorrir não tão verdadeiramente como antes mas algo semelhante.
Sinto-me também mal por não seres tu a acordar-me ou simplesmente por não falares comigo. As nossas conversas era essenciais por muito que agora me custe a acreditar.
Estou a reconstruir a minha grande vida aos poucos com a ajuda de quem ainda acredita em mim e me deu uma segunda oportunidade na amizade. Porque, por tua causa, eu tive de deixar muita coisa para trás.
Poucos sabem que muitas vezes aquilo que nos alimenta também nos mata. O meu amor louco por ti matou muitas coisas em mim. - penso que isto explica tudo em resumidas palavras.
Espero que sejas e estejas feliz com a tua vida e que a construas agora com esperteza e fieldade.
Queria poder dizer o quanto estou a arrependida e triste por ter mudado a minha atitude perante imensa gente mas não existem palavras para tal.
Portanto só posso dizer: um grande e sincero obrigada e pedido de desculpas à minha família por aturar os meus amuos ultimamente. Ao João Andrade por ter feito dele meu “boneco” e ter mudado completamente a minha atitude com ele. E que, ele acredite ou não, estou disposta a voltar a ser o que era e ainda gosto imenso dele. Ao meu melhor amigo, Diogo Andrade, que sempre me apoiou e eu nunca lhe dei o devido valor e por ter aturado as minhas paranoias. À minha melhor amiga, Ana Martins, pelas vezes que a desprezei e não lhe dei a atenção que necessita por perder o meu tempo em coisas inuteis. Ao Rafael Costa por me aturar e por também ter mudado a minha atitude com ele. À Jéssica Valente por ter estado sempre do meu lado e eu ter errado com ela demasiadas vezes e por, ainda assim, me perdoar sempre e continuar a gostar de mim como há uns meses atrás. Por ter falado mal com ela e por lhe tornar a vida, por vezes, num caos.
À Marta Fernandes por ser a sua melhor amiga e não lhe dar o devido valor e a chatear quando ela estava menos bem e pelas vezes que não a ajudei quando era preciso.
À Rita Castanheira, Carolina Carmo e Inês Patinha por serem como umas irmãs e por sempre me ajudarem e me perdoarem, por as ter posto um pouco de lado nos últimos meses. Estou a tentar compensar isso!
À Catarina Campos e à Daniela Silva por me aturarem diariamente e me terem ajudado sempre que precisei e mesmo assim não conseguir ajudá-las tanto quanto podia.
À minha turma que sempre me viu por vezes em baixo e eu os menosprezar por pensar que só queriam meter-se na minha vida mas que mesmo assim conseguiam pôr-me um sorriso na cara.
Ao Yannick e à Marta Marques pelas vezes que errei com eles e sempre me perdoarem tudo o que lhes fazia sem nunca pedir uma justificação ou um pedido de desculpas e por terem aturado as minhas discussões. E ao Yannick um grande obrigada por ser o melhor “marido” e compreender sempre os meus problemas.
Ao Diogo Lima que sempre foi o melhor “namorado de brincar” e, mesmo por mensagens trocadas ou textos, consegue pôr-me a chorar de alegria e por me fazer pensar que o tinha sempre comigo e até hoje nunca o perdi e espero nunca o perder!
E aos restantes que não mencionei por serem muitos mesmo mas, de momento, só me lembro dos que errei a sério.
Resumidamente, peço desculpa a todos e que, mais cedo ou mais tarde, tudo volte a ser como antes!
E... namorado é por uns tempos, amigos é para sempre!
P.S.: Queria agradecer à Eliana Santos por, há uns tempos atrás, acreditar que ainda nesta Primavera iria ler um texto meu estando feliz e por conseguir escrevê-lo pensando nela.
Nos últimos meses admito que fui muito injusta com as pessoas que me querem bem daí a magoá-las com actos ou palavras.
Esta é talvez a última vez que te escrevo porque nunca mais irei querer prenunciar o teu nome depois de tudo o que vivemos.
Confesso que foi tanto de bom como de mau.
Amei-te com todo o meu coração e alma e penso que os textos anteriores mostram isso claramente mas tudo tem o fim e o nosso acabou de chegar.
Encontrei finalmente a tão preciosa chave do meu mundo e para lá voltei, contigo gravado no álbum do meu passado.
Já perdi imenso tempo da minha vida a viver essencialmente dessas páginas desses álbuns e pus um ponto final nesse vício.
Quando voltei, vi o mal que causei a mim própria por me tornar tão obcecada por ti e o mal que causei às pessoas mais próximas.
O pior de tudo é que me levaste para fora do meu mundo perfeito e me levaste para o teu que por sua vez também era perfeito mas tornou-se imperfeito devido à tua estupidez.
Para mim, o essencial numa relação, é que os meus melhores amigos se dêem bem com o meu parceiro o que não aconteceu nesta relação.
Vivia constantemente com um peso sobre as costas ao saber que os dois rapazes da minha vida se odiavam completamente e não compreendiam o meu lado.
Da última vez que cometeste um erro, não consegui perdoá-lo porque para mim foi como uma traição. Maior que a primeira.
Passado é passado e o que ele tem de bom é que podemos recordá-lo sempre.
Voltando ao tema inicial, arrependo-me e não me arrependo de teres pegado na minha mão e levado para outro sítio desconhecido que, em menos de 2 ou 3 meses, o conhecia tão bem como a palma da minha mão.
Agora, só posso lamentar ter acabado e agradecer tudo o que contigo vivi. Mas chegou ao fim e quando chega, não há nada que o possa fazer “mudar de ideias”.
Sem ti no meu dia-a-dia sinto-me livre e consigo sorrir não tão verdadeiramente como antes mas algo semelhante.
Sinto-me também mal por não seres tu a acordar-me ou simplesmente por não falares comigo. As nossas conversas era essenciais por muito que agora me custe a acreditar.
Estou a reconstruir a minha grande vida aos poucos com a ajuda de quem ainda acredita em mim e me deu uma segunda oportunidade na amizade. Porque, por tua causa, eu tive de deixar muita coisa para trás.
Poucos sabem que muitas vezes aquilo que nos alimenta também nos mata. O meu amor louco por ti matou muitas coisas em mim. - penso que isto explica tudo em resumidas palavras.
Espero que sejas e estejas feliz com a tua vida e que a construas agora com esperteza e fieldade.
Queria poder dizer o quanto estou a arrependida e triste por ter mudado a minha atitude perante imensa gente mas não existem palavras para tal.
Portanto só posso dizer: um grande e sincero obrigada e pedido de desculpas à minha família por aturar os meus amuos ultimamente. Ao João Andrade por ter feito dele meu “boneco” e ter mudado completamente a minha atitude com ele. E que, ele acredite ou não, estou disposta a voltar a ser o que era e ainda gosto imenso dele. Ao meu melhor amigo, Diogo Andrade, que sempre me apoiou e eu nunca lhe dei o devido valor e por ter aturado as minhas paranoias. À minha melhor amiga, Ana Martins, pelas vezes que a desprezei e não lhe dei a atenção que necessita por perder o meu tempo em coisas inuteis. Ao Rafael Costa por me aturar e por também ter mudado a minha atitude com ele. À Jéssica Valente por ter estado sempre do meu lado e eu ter errado com ela demasiadas vezes e por, ainda assim, me perdoar sempre e continuar a gostar de mim como há uns meses atrás. Por ter falado mal com ela e por lhe tornar a vida, por vezes, num caos.
À Marta Fernandes por ser a sua melhor amiga e não lhe dar o devido valor e a chatear quando ela estava menos bem e pelas vezes que não a ajudei quando era preciso.
À Rita Castanheira, Carolina Carmo e Inês Patinha por serem como umas irmãs e por sempre me ajudarem e me perdoarem, por as ter posto um pouco de lado nos últimos meses. Estou a tentar compensar isso!
À Catarina Campos e à Daniela Silva por me aturarem diariamente e me terem ajudado sempre que precisei e mesmo assim não conseguir ajudá-las tanto quanto podia.
À minha turma que sempre me viu por vezes em baixo e eu os menosprezar por pensar que só queriam meter-se na minha vida mas que mesmo assim conseguiam pôr-me um sorriso na cara.
Ao Yannick e à Marta Marques pelas vezes que errei com eles e sempre me perdoarem tudo o que lhes fazia sem nunca pedir uma justificação ou um pedido de desculpas e por terem aturado as minhas discussões. E ao Yannick um grande obrigada por ser o melhor “marido” e compreender sempre os meus problemas.
Ao Diogo Lima que sempre foi o melhor “namorado de brincar” e, mesmo por mensagens trocadas ou textos, consegue pôr-me a chorar de alegria e por me fazer pensar que o tinha sempre comigo e até hoje nunca o perdi e espero nunca o perder!
E aos restantes que não mencionei por serem muitos mesmo mas, de momento, só me lembro dos que errei a sério.
Resumidamente, peço desculpa a todos e que, mais cedo ou mais tarde, tudo volte a ser como antes!
E... namorado é por uns tempos, amigos é para sempre!
P.S.: Queria agradecer à Eliana Santos por, há uns tempos atrás, acreditar que ainda nesta Primavera iria ler um texto meu estando feliz e por conseguir escrevê-lo pensando nela.
domingo, 11 de abril de 2010
5
Esquece, hoje não dá para viver mais e os textos tornaram-se memórias do que fomos e não do que somos.
Quando disseste que vinhas, não vieste. Quando disseste que ligavas, não ligaste. Quando prometeste, não cumpriste. Quando disseste que me amavas, não amavas.
Agora vejo que tudo foi uma fachada, mais um dos teus jogos como fazes com tantas outras. E eu feita parva, ainda caiu nos teus desesperos nocturnos quando sou eu a única pessoa acordada devido à minha cabeça não parar um segundo.
Admito que é de ti que preciso agora. No início desta fase, foste o único que me apoiou quando eu precisava, suportava os meus choros diários, os meus amuos e os meus ciúmes.
Dizias-me coisas que naquela altura faziam sentido e eu feita parva, acreditava, outra vez.
Tu não sabes o que queres nem o que dizes.
Há pouco tempo fizeste-me voltar a acreditar em ti, a acreditar que, pelo menos, a nossa amizade resultaria.
O teu problema é que dizes uma coisa num dia e no outro é como se não tivesses dito nada.
E como eu sou tão cega e não quero voltar à realidade, continuo a acreditar que vais ser meu outra vez.
Será que isto nunca mais vai acabar?
Parabéns, agora estás feliz e com este acto acabaste de desmentir o que me andas a dizer desde que destruiste a minha vida e me abandonaste na transição de um mundo para o outro.
Obrigada por tudo o que fizeste por mim e pelas vezes que aturaste os meus atrofios pscicológios, os meus ataques de raiva e ciúme, os meus choros repentinos e tudo o que te causou a vida um caos tremendo.
Desculpa por tudo o que te fiz passar nos últimos dias e de todas as vezes que exigi mais do que te era possível e de exagerar nos termos das palavras. De não te ajudar quando precisavas, de não ter sido a melhor... “namorada” ou até mesmo quando querias rir e eu não.
Desculpa-me também por vezes não te dar a segurança que precisas.
Lamento que tivesse sido assim e, por mais difícil que seja acreditar, lamento também as coisas que me disseste enquanto não o sentias.
Dou-te os parabéns, agradeço-te, desculpo-te e lamento todas as coisas que ao longo destes tempos fomos vivido que não vou mencioná-los neste desabafo.
Sabes quantas vezes é que eu fiquei à tua espera deitada numa cama a (re)lembrar o nosso pequeno grande mundo? Quantas vezes fiquei à espera de uma chamada tua? Quantas vezes eu te amei? Quantas vezes me fui abaixo? Quantas vezes abdiquei da minha vida por ti? Não sabes porque nunca te disse e já perdi a conta de tudo.
Se pudesse, voltava atrás, na altura de quando me começaste a dar sinais do que sentias por mim, e tinha-me atirado de cabeça para ti e não me tinha escondido e fazer-te esperar por causa dos meus medos infantis.
Agora não há volta dar.
E se tens e ir embora, eu desejo que vás logo. Porque a tua presença ainda permanece aqui e nunca me vai deixar em paz.
Tudo o que faço me faz pensar em ti. Mesmo as coisas mais insignificantes. Não consigo conter as lágrimas cada vez que leio o teu texto, sabendo que já fomos felizes.
Só te posso dizer que nada poderá ser igual apartir de agora. Porque tu estás feliz e eu continuo afundada nas “folhas” do meu passado, pensando em ti até te esquecer como se não quisesse sair deste mundo.
E se me acontecer algo, não te admires nem digas que ficaste triste como disseste um dia.
“Prometo que por mais parvo que seja tens de saber que eu te adoro.”
“Um “amo-te” não chega para as vezes que pensei em ti e ultrapassei os meus medos e consegui fazer o que queria pois davas-me segurança.”
“Eu quero que fiques sempre ao meu lado quer na amizade, quer no namoro. Eu gosto de ti como gostei de pouca gente (…) Eu não gosto de estar mal contigo e tu és-me tão importante.”
“Penso em ti todos os dias, pois quando não falamos eu lembro-me de ti e sei que és das únicas pessoas que gosta de mim verdadeiramente.”
“Foste uma das melhores coisas da minha vida e eu estraguei tudo logo.”
(10.04.2010, madrugada)
Quero que continues a pensar assim e que tenhas bem assente na cabeça que ninguém gostou tanto de ti como eu.
E da próxima vez que me disseres mais alguma coisa destas, diz com sentimento e com um futuro planeado. Não digas como dizes às tuas “amigas” e as deixas como se não passassem de meras palavras.
Quando disseste que vinhas, não vieste. Quando disseste que ligavas, não ligaste. Quando prometeste, não cumpriste. Quando disseste que me amavas, não amavas.
Agora vejo que tudo foi uma fachada, mais um dos teus jogos como fazes com tantas outras. E eu feita parva, ainda caiu nos teus desesperos nocturnos quando sou eu a única pessoa acordada devido à minha cabeça não parar um segundo.
Admito que é de ti que preciso agora. No início desta fase, foste o único que me apoiou quando eu precisava, suportava os meus choros diários, os meus amuos e os meus ciúmes.
Dizias-me coisas que naquela altura faziam sentido e eu feita parva, acreditava, outra vez.
Tu não sabes o que queres nem o que dizes.
Há pouco tempo fizeste-me voltar a acreditar em ti, a acreditar que, pelo menos, a nossa amizade resultaria.
O teu problema é que dizes uma coisa num dia e no outro é como se não tivesses dito nada.
E como eu sou tão cega e não quero voltar à realidade, continuo a acreditar que vais ser meu outra vez.
Será que isto nunca mais vai acabar?
Parabéns, agora estás feliz e com este acto acabaste de desmentir o que me andas a dizer desde que destruiste a minha vida e me abandonaste na transição de um mundo para o outro.
Obrigada por tudo o que fizeste por mim e pelas vezes que aturaste os meus atrofios pscicológios, os meus ataques de raiva e ciúme, os meus choros repentinos e tudo o que te causou a vida um caos tremendo.
Desculpa por tudo o que te fiz passar nos últimos dias e de todas as vezes que exigi mais do que te era possível e de exagerar nos termos das palavras. De não te ajudar quando precisavas, de não ter sido a melhor... “namorada” ou até mesmo quando querias rir e eu não.
Desculpa-me também por vezes não te dar a segurança que precisas.
Lamento que tivesse sido assim e, por mais difícil que seja acreditar, lamento também as coisas que me disseste enquanto não o sentias.
Dou-te os parabéns, agradeço-te, desculpo-te e lamento todas as coisas que ao longo destes tempos fomos vivido que não vou mencioná-los neste desabafo.
Sabes quantas vezes é que eu fiquei à tua espera deitada numa cama a (re)lembrar o nosso pequeno grande mundo? Quantas vezes fiquei à espera de uma chamada tua? Quantas vezes eu te amei? Quantas vezes me fui abaixo? Quantas vezes abdiquei da minha vida por ti? Não sabes porque nunca te disse e já perdi a conta de tudo.
Se pudesse, voltava atrás, na altura de quando me começaste a dar sinais do que sentias por mim, e tinha-me atirado de cabeça para ti e não me tinha escondido e fazer-te esperar por causa dos meus medos infantis.
Agora não há volta dar.
E se tens e ir embora, eu desejo que vás logo. Porque a tua presença ainda permanece aqui e nunca me vai deixar em paz.
Tudo o que faço me faz pensar em ti. Mesmo as coisas mais insignificantes. Não consigo conter as lágrimas cada vez que leio o teu texto, sabendo que já fomos felizes.
Só te posso dizer que nada poderá ser igual apartir de agora. Porque tu estás feliz e eu continuo afundada nas “folhas” do meu passado, pensando em ti até te esquecer como se não quisesse sair deste mundo.
E se me acontecer algo, não te admires nem digas que ficaste triste como disseste um dia.
“Prometo que por mais parvo que seja tens de saber que eu te adoro.”
“Um “amo-te” não chega para as vezes que pensei em ti e ultrapassei os meus medos e consegui fazer o que queria pois davas-me segurança.”
“Eu quero que fiques sempre ao meu lado quer na amizade, quer no namoro. Eu gosto de ti como gostei de pouca gente (…) Eu não gosto de estar mal contigo e tu és-me tão importante.”
“Penso em ti todos os dias, pois quando não falamos eu lembro-me de ti e sei que és das únicas pessoas que gosta de mim verdadeiramente.”
“Foste uma das melhores coisas da minha vida e eu estraguei tudo logo.”
(10.04.2010, madrugada)
Quero que continues a pensar assim e que tenhas bem assente na cabeça que ninguém gostou tanto de ti como eu.
E da próxima vez que me disseres mais alguma coisa destas, diz com sentimento e com um futuro planeado. Não digas como dizes às tuas “amigas” e as deixas como se não passassem de meras palavras.
terça-feira, 6 de abril de 2010
4
Todas as pessoas já choraram à noite a pensar: “Porque é que isto acontece comigo? Porque é que todos os momentos têm de ser tão difíceis?”.
Ultimamente tem-me acontecido isso várias vezes. E ontem não foi excepção.
Vim a saber que me apagaste da tua vida, que me arquivaste no teu passado que agora sou uma simples velha amiga.
E saber isso por segundos ou ler, dói.
Nunca me doeu tanto a cabeça como nessa noite e cheguei mesmo a pensar que ia desmaiar devido à minha má disposição.
As mensagens gravadas e a música, não ajudavam. Mas nesse momento eram o meu único refúgio, o meu único porto de abrigo, a seguir à “almofada” pois era de madrugada e não estava a conversar com ninguém e tu não me tinhas respondido, para variar.
Volto, novamente, a dizer-te todos os sentimentos e todas as sensações que sinto, não todas mas grande parte delas. Como se isso te importa-se.
Queria que tudo voltasse atrás, que o passado não existisse. Só o futuro.
Gostava que me segurasses quando eu estivesse aqui, que me corrigisses quando estivesse errada, que me abraçasses quando estivesse assustada.
Se me desses mais uma oportunidade, eu nunca te iria decepcionar e se pudesse eu desistiria de tudo só para que fosse para teu bem.
Mas tu nunca estás cá, nunca quiseste saber de mim. Então, ama-me quando eu partir, quando te deixar em paz para sempre.
Fizeste-me esquecer grande parte do amor da minha vida, como se ocupasses o meu pequeno grande coração e só restasse um pouco para esse amor. É óbvio que nunca me esqueci dele, nem nunca me vou esquecer, mas estou segura e convicta que de ti também não.
Para ti isto há muito que acabou. Eu é que continuo a tentar alimentar uma chama sabendo que não há lenha para tal.
Nunca soubeste falar a sério, nunca sofreste e admiro-te por isso. Com a tua idade, ainda levas a vida como um jogo, ainda não ganhaste juízo.
Se leres isto, desculpa-me por dizer a verdade e se te magoei (duvido) desculpa-me também. Afinal, eu é que sou a culpada de tudo, não é?
E eu, com a idade que tenho, já sofri por um amor impossível e agora, quando te tornaste o meu mundo e invadiste a minha vida, sofri outra vez.
Agora sei que já tens outra pessoa, que já não posso voltar a ser a tua preocupação acima de tudo, a voz pela qual tu desejavas, a pessoa que pensavas desde que acordavas até adormeceres.
Posso dizer que já tive 2 amores, e grande parte das pessoas que lêem isto não vão compreender. Mas, o que interessa isso? Só quem sente é que sabe.
Fica tanto por dizer, mas por isso é que existe canetas, papeis, mãos, computadores, tudo para que eu possa escrever o que se tem passado sem nunca exagerar nas linhas.
Hoje, apenas digo:
26.02.2010, 05.03.2010 e 06.03.2010, voltem!
Quero que chegue o dia em que eu possa dizer “amo-te namorada perfeita”.
Porque te amo e quero ficar contigo para sempre.
Ultimamente tem-me acontecido isso várias vezes. E ontem não foi excepção.
Vim a saber que me apagaste da tua vida, que me arquivaste no teu passado que agora sou uma simples velha amiga.
E saber isso por segundos ou ler, dói.
Nunca me doeu tanto a cabeça como nessa noite e cheguei mesmo a pensar que ia desmaiar devido à minha má disposição.
As mensagens gravadas e a música, não ajudavam. Mas nesse momento eram o meu único refúgio, o meu único porto de abrigo, a seguir à “almofada” pois era de madrugada e não estava a conversar com ninguém e tu não me tinhas respondido, para variar.
Volto, novamente, a dizer-te todos os sentimentos e todas as sensações que sinto, não todas mas grande parte delas. Como se isso te importa-se.
Queria que tudo voltasse atrás, que o passado não existisse. Só o futuro.
Gostava que me segurasses quando eu estivesse aqui, que me corrigisses quando estivesse errada, que me abraçasses quando estivesse assustada.
Se me desses mais uma oportunidade, eu nunca te iria decepcionar e se pudesse eu desistiria de tudo só para que fosse para teu bem.
Mas tu nunca estás cá, nunca quiseste saber de mim. Então, ama-me quando eu partir, quando te deixar em paz para sempre.
Fizeste-me esquecer grande parte do amor da minha vida, como se ocupasses o meu pequeno grande coração e só restasse um pouco para esse amor. É óbvio que nunca me esqueci dele, nem nunca me vou esquecer, mas estou segura e convicta que de ti também não.
Para ti isto há muito que acabou. Eu é que continuo a tentar alimentar uma chama sabendo que não há lenha para tal.
Nunca soubeste falar a sério, nunca sofreste e admiro-te por isso. Com a tua idade, ainda levas a vida como um jogo, ainda não ganhaste juízo.
Se leres isto, desculpa-me por dizer a verdade e se te magoei (duvido) desculpa-me também. Afinal, eu é que sou a culpada de tudo, não é?
E eu, com a idade que tenho, já sofri por um amor impossível e agora, quando te tornaste o meu mundo e invadiste a minha vida, sofri outra vez.
Agora sei que já tens outra pessoa, que já não posso voltar a ser a tua preocupação acima de tudo, a voz pela qual tu desejavas, a pessoa que pensavas desde que acordavas até adormeceres.
Posso dizer que já tive 2 amores, e grande parte das pessoas que lêem isto não vão compreender. Mas, o que interessa isso? Só quem sente é que sabe.
Fica tanto por dizer, mas por isso é que existe canetas, papeis, mãos, computadores, tudo para que eu possa escrever o que se tem passado sem nunca exagerar nas linhas.
Hoje, apenas digo:
26.02.2010, 05.03.2010 e 06.03.2010, voltem!
Quero que chegue o dia em que eu possa dizer “amo-te namorada perfeita”.
Porque te amo e quero ficar contigo para sempre.
quarta-feira, 31 de março de 2010
3
Parece que foi ontem que vi o teu rosto.
O meu coração começou a bater imenso e penso que os meus olhos começaram a brilhar tal como o pôr-do-sol desse dia.
Tu disseste-me o quanto orgulhoso estavas de mim, mas eu continuei a andar sem olhar para trás. Fui inútil, hipócrita, orgulhosa, pensei que já não tinhas significado.
Se eu soubesse o que sei hoje, teria ficado contigo ali, naquele momento, naquele espaço, naquele dia, àquela hora.
Eu tinha te segurado nos meus braços, eu tinha afastado toda a dor, agradecia-te por tudo o que fizeste por mim, perdoaria-te todos os teus erros.
Não há nada que eu não faça para ouvir a tua voz outra vez. Às vezes eu quero ligar-te, mas sei que não vais estar lá, que não vais atender por saber que sou eu.
Desculpa-me por te ter culpado de tudo o que eu não consegui fazer, sabias perfeitamente que era a irritação a falar mais alto, tu fizeste tudo por mim e só tenho de agradecer-te por isso!
E eu feri-me a mim mesma ao ferir-te a ti.
Alguns dias eu sinto-me mal e destruída por dentro, mas tenho vergonha de admitir. Eu não sou fraca.
Por vezes eu quero-me esconder porque é de ti que sinto falta é de ti que tenho saudades!
E torna-se tão difícil dizer “adeus” quando chega a altura. Eu não queria, eu não quero, nunca vou querer mas se achas que é o melhor, tenho de obrigar a minha alma a isso.
Não posso estar o resto da vida a rastejar atrás de ti e estar desligada do mundo que tem tantas alegrias!
Se tivessemos 5 minutos só para nós, tu dizias-me que eu estava errada? Ajudavas-me a compreender? Tu ainda olhas por mim de vez em quando? Estás orgulho de quem eu sou hoje?
Eu sei que já não sou nada para ti mas como sou tão ingénua, gosto de acreditar que ainda me queres, que aindas estás aqui, como da primeira vez.
Mas sou apenas um livro arquivado no teu passado que nunca mais o abriste desde a última vez que falámos.
Não há nada que eu não faça para poder olhar-te nos olhos mais uma vez.
Se eu tivesse apenas mais um dia, eu dizia-te o quanto sinto a tua falta desde que te foste embora, desde que o mundo me caiu aos pés.
E torna-se tão difícil voltar atrás no tempo e voltar.
O meu coração começou a bater imenso e penso que os meus olhos começaram a brilhar tal como o pôr-do-sol desse dia.
Tu disseste-me o quanto orgulhoso estavas de mim, mas eu continuei a andar sem olhar para trás. Fui inútil, hipócrita, orgulhosa, pensei que já não tinhas significado.
Se eu soubesse o que sei hoje, teria ficado contigo ali, naquele momento, naquele espaço, naquele dia, àquela hora.
Eu tinha te segurado nos meus braços, eu tinha afastado toda a dor, agradecia-te por tudo o que fizeste por mim, perdoaria-te todos os teus erros.
Não há nada que eu não faça para ouvir a tua voz outra vez. Às vezes eu quero ligar-te, mas sei que não vais estar lá, que não vais atender por saber que sou eu.
Desculpa-me por te ter culpado de tudo o que eu não consegui fazer, sabias perfeitamente que era a irritação a falar mais alto, tu fizeste tudo por mim e só tenho de agradecer-te por isso!
E eu feri-me a mim mesma ao ferir-te a ti.
Alguns dias eu sinto-me mal e destruída por dentro, mas tenho vergonha de admitir. Eu não sou fraca.
Por vezes eu quero-me esconder porque é de ti que sinto falta é de ti que tenho saudades!
E torna-se tão difícil dizer “adeus” quando chega a altura. Eu não queria, eu não quero, nunca vou querer mas se achas que é o melhor, tenho de obrigar a minha alma a isso.
Não posso estar o resto da vida a rastejar atrás de ti e estar desligada do mundo que tem tantas alegrias!
Se tivessemos 5 minutos só para nós, tu dizias-me que eu estava errada? Ajudavas-me a compreender? Tu ainda olhas por mim de vez em quando? Estás orgulho de quem eu sou hoje?
Eu sei que já não sou nada para ti mas como sou tão ingénua, gosto de acreditar que ainda me queres, que aindas estás aqui, como da primeira vez.
Mas sou apenas um livro arquivado no teu passado que nunca mais o abriste desde a última vez que falámos.
Não há nada que eu não faça para poder olhar-te nos olhos mais uma vez.
Se eu tivesse apenas mais um dia, eu dizia-te o quanto sinto a tua falta desde que te foste embora, desde que o mundo me caiu aos pés.
E torna-se tão difícil voltar atrás no tempo e voltar.
terça-feira, 30 de março de 2010
2

Posso não ser a melhor a escrever ou até posso dizer coisas sem sentido, mas quando se escreve o que se sente é impossível não sair qualquer coisinha de jeito.
Escrevo desde que me ensinaram a escrever e desde aí sempre foi uma grande paixão minha.
Sempre senti necessidade de escrever. Era isso que me aliviava, me deixava livre era uma espécie de "melhor amigo".
Já li imensos livros e todos eles me dão ideias e inspiração para escrever.
Sempre escrevi coisas relacionadas com as pessoas que amo, ainda estou a decifrar esse mistério.
Quando as pessoas não levam os nossos textos a sério ou simplesmente não lhe acham piada, devemos ver isso como uma critica construtiva ao nosso trabalho e não uma critica "má".
Mas quando se riem ou gozam (diferente de não levar a sério) é porque não lhes deram o seu devido valor e, no fundo, têm inveja dele :b
Principalmente a pessoa a quem dedicamos esse texto. É realmente triste. Quando passarem por isso, irão ver o quanto dói.
Resumidamente, escrever faz-nos bem ao coração e à alma, deixa-nos melhor e é sempre bom ouvir dizer que o nosso trabalho é bom!
P.S.: queria agradecer à Marta Marques por ler todos os meus textos, gostar deles e senti-los de uma forma, mais ou menos, parecida à minha e assim dar-me força para escrever mais!
e à Rita Castanheira porque lhe vou dedicar um livro, sempre me apoiou e criou um Clube de Fãs para mim :o
domingo, 28 de março de 2010
1
Dei por mim a ler romances e livros do género para que mantivesse a minha cabeça ocupada para não pensar constantemente em ti.
O efeito foi o contrário. Todas as palavras já tinha sido pronunciadas e/ou escritas por ti o que me fez pensar em ti.
Isso irritava-me. Tu irritavas-me. Afinal de contas, queria esquecer-te e tu estavas, simplesmente, por todo o lado! Mas amava-te tanto que isso era impossível e passado uns minutos a irritação passava-me.
Dei por mim a relembrar tudo o que passámos que, em menos de 1 mês, foi muito.
A “almofada” onde adormecia quando desligava o telemóvel depois de uma chamada contigo, continua intacta e à noite não consigo adormecer sem ela. Já viste o que fizeste comigo?
Lembro-me dos nossos “1 minuto” onde dizíamos tudo o que sentíamos e era isso que me deixava feliz e arrepiada. Era a minha voz que te deixava arrepiado e a mim, o que me arrepia, és tu. Não só a tua voz mas todo o teu ser perfeito.
As tuas palavras pareciam ser tão verdadeiras e transmitias-me amor e carinho.
E agora, saber que acabou, deixa-me triste e com vontade de morrer. Sinto-me como uma praia sem mar, uma floresta sem árvores e eu sem vida.
Na tua lista de fins, eu venho no fim. Devo ficar triste ou feliz por, ao menos, fazer parte dela?
Quando disse que te amava, não era de momento, era para sempre. Mas alguém me ensinou que o “para sempre” é pura poesia, pura lenda.
Não te vou obrigar falares-me, a visitares-me, a ofereceres-me flores, a acreditares em mim, a estares sempre presente nos meus espectáculos nem a amares-me. Afinal, os nossos caminhos não corresponderam, certo? Numa perspectiva exacta, tu foste pela esquerda e eu pela direita.
Dizes que os caminhos correspondiam mas que tu é que não querias ter uma relação séria. Sinceramente, não compreendo esta história.
Quando disse que eras o 2º homem da minha vida não estava a brincar e tu simplesmente riste-te de mim por te ter dito a verdade. Pouco me importa. Eu sei o que sinto e tu acreditas no que bem te convém. Mais uma vez, não te vou obrigar a acreditares em mim.
O Sol começou a brilhar e imagino-me contigo a passear ou a ver um filme em tua casa, como pensámos um dia fazer.
Parabéns, hoje faz 1 mês que me encontraste e já me deixaste. Será que eu nunca vou aprender a não me agarrar tanto às pessoas?!
Gostaria que as coisas tivessem outro rumo mas, infelizmente, e por estupidez dos dois, não foi possível.
Quando tinha ciúmes, era porque te amava e tu dizias sempre que isso te tornava mais forte.
Quando fazia cenas, resmungava, zangava e chateava, era tudo porque te amava e queria-te só para mim. Era egoísta nos olhos dos outros mas, para mim, só estava a tentar “proteger o que é meu” (Apesar de achar que ninguém é nosso, mas eu compreendia-te. Era uma maneira de dizer!) como tantas vezes me disseste.
As coisas mais insignificantes ainda me trazem a tua imagem. Gastronomia, palavras, músicas, cheiros, lugares, apostas, momentos, sorrisos, choros, pequenos nadas que me levam até à memória do que fomos.
Por fim, começava a superar a nossa separação e a aceitar que nunca serás meu, que tens outra pessoa, mas vi-te a sorrir e estragaste tudo. E quando olho para a cicatriz, lembro-me que a fiz por tua causa e nessa altura, quando estavas do meu lado, nada parecia incorrecto e perigoso.
E se algum dia quiseres voltar, estarei aqui mudada, diferente, um pouco mais madura, mas uma parte de ti continuará SEMPRE comigo. Afinal de contas, foste o 2º que mais me marcou!
Amo-te e isso não se explica, sente-se.
O efeito foi o contrário. Todas as palavras já tinha sido pronunciadas e/ou escritas por ti o que me fez pensar em ti.
Isso irritava-me. Tu irritavas-me. Afinal de contas, queria esquecer-te e tu estavas, simplesmente, por todo o lado! Mas amava-te tanto que isso era impossível e passado uns minutos a irritação passava-me.
Dei por mim a relembrar tudo o que passámos que, em menos de 1 mês, foi muito.
A “almofada” onde adormecia quando desligava o telemóvel depois de uma chamada contigo, continua intacta e à noite não consigo adormecer sem ela. Já viste o que fizeste comigo?
Lembro-me dos nossos “1 minuto” onde dizíamos tudo o que sentíamos e era isso que me deixava feliz e arrepiada. Era a minha voz que te deixava arrepiado e a mim, o que me arrepia, és tu. Não só a tua voz mas todo o teu ser perfeito.
As tuas palavras pareciam ser tão verdadeiras e transmitias-me amor e carinho.
E agora, saber que acabou, deixa-me triste e com vontade de morrer. Sinto-me como uma praia sem mar, uma floresta sem árvores e eu sem vida.
Na tua lista de fins, eu venho no fim. Devo ficar triste ou feliz por, ao menos, fazer parte dela?
Quando disse que te amava, não era de momento, era para sempre. Mas alguém me ensinou que o “para sempre” é pura poesia, pura lenda.
Não te vou obrigar falares-me, a visitares-me, a ofereceres-me flores, a acreditares em mim, a estares sempre presente nos meus espectáculos nem a amares-me. Afinal, os nossos caminhos não corresponderam, certo? Numa perspectiva exacta, tu foste pela esquerda e eu pela direita.
Dizes que os caminhos correspondiam mas que tu é que não querias ter uma relação séria. Sinceramente, não compreendo esta história.
Quando disse que eras o 2º homem da minha vida não estava a brincar e tu simplesmente riste-te de mim por te ter dito a verdade. Pouco me importa. Eu sei o que sinto e tu acreditas no que bem te convém. Mais uma vez, não te vou obrigar a acreditares em mim.
O Sol começou a brilhar e imagino-me contigo a passear ou a ver um filme em tua casa, como pensámos um dia fazer.
Parabéns, hoje faz 1 mês que me encontraste e já me deixaste. Será que eu nunca vou aprender a não me agarrar tanto às pessoas?!
Gostaria que as coisas tivessem outro rumo mas, infelizmente, e por estupidez dos dois, não foi possível.
Quando tinha ciúmes, era porque te amava e tu dizias sempre que isso te tornava mais forte.
Quando fazia cenas, resmungava, zangava e chateava, era tudo porque te amava e queria-te só para mim. Era egoísta nos olhos dos outros mas, para mim, só estava a tentar “proteger o que é meu” (Apesar de achar que ninguém é nosso, mas eu compreendia-te. Era uma maneira de dizer!) como tantas vezes me disseste.
As coisas mais insignificantes ainda me trazem a tua imagem. Gastronomia, palavras, músicas, cheiros, lugares, apostas, momentos, sorrisos, choros, pequenos nadas que me levam até à memória do que fomos.
Por fim, começava a superar a nossa separação e a aceitar que nunca serás meu, que tens outra pessoa, mas vi-te a sorrir e estragaste tudo. E quando olho para a cicatriz, lembro-me que a fiz por tua causa e nessa altura, quando estavas do meu lado, nada parecia incorrecto e perigoso.
E se algum dia quiseres voltar, estarei aqui mudada, diferente, um pouco mais madura, mas uma parte de ti continuará SEMPRE comigo. Afinal de contas, foste o 2º que mais me marcou!
Amo-te e isso não se explica, sente-se.
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